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Discurso no Encontro do PSOL Petrópolis

Discurso proferido no Encontro do PSOL PETRÓPOLIS, no Clube Musical Euterpe, no dia 15 de abril de 2012 Sylvio Costa Filho (Pré-candidato a vereador) Bom dia companheiros e companheiras, camaradas, amigos e amigas! Sejam bem-vindos! Aqui estou representando os meus companheiros e companheiras pré-candidatos a vereador. Cultura, educação e cidadania: três agulhas que costuram o tecido da nossa existência em sociedade. Ao mesmo tempo são os fios, a trama e o traçado da nossa vida. Hora de escolha, tempo de eleição e momento para ativar a consciência. A escolha dos candidatos não pode passar por simples troca de favores pessoais, simpatias adquiridas com meros tapinhas nas costas ou sorrisos de ocasião. Na hora de escolher é preciso saber qual é o compromisso do candidato, qual tem sido a sua postura em relação à cidade, ao tempo e ao mundo em que vivemos, além de analisar o tipo de alianças que ele vem costurando. Falar sobre um determinado problema e apontar descaminhos é fácil. M...

Convite PSOL 15 DE ABRIL

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Pré-candidatura

Resolvi entrar na luta da cidadania pra valer. Sou pré-candidato a vereador pelo PSOL. Se tudo correr bem espero contar com a força dos amigos para se engajarem comigo nessa empreitada. Se alguém achar que essa é uma boa ideia, por favor que se manifeste. Eu preciso dos comentários e das sugestões de vocês. Um abraço do Sylvio

Lista de torturadores no Arquivo Nacional (Correio do Brasil)

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Lista de torturadores durante a ditadura militar está disponível no Arquivo Nacional 3/1/2012 9:10, Por Redação, com ABr - do Rio de Janeiro 98 As cenas de tortura a prisioneiros do regime eram comuns durante a ditadura militar O Arquivo Nacional recebeu, nesta terça-feira, a documentação do acervo de Luiz Carlos Prestes que traz uma lista com 233 nomes de torturadores feita por 35 presos políticos, em 1975, durante a ditadura militar. O acervo pessoal, que será entregue no dia em que Prestes completaria 114 anos, estava sob custódia da viúva dele, Maria Prestes. A cerimônia de doação do acervo ocorrerá a partir das 15h na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. A lista com os 233 nomes foi elaborada por presos políticos de São Paulo durante uma reunião do Comitê de Solidariedade aos Revolucionários do Brasil. A lista é parte de um ...

A Poesia da Viagem - Paris (Cartas à Poesia)

Em minha viagem sempre te encontrava. Por entre as árvores da estrada, nos céus de Paris, às margens do Sena, ao entardecer, no som dos acordeons que traziam as primeiras estrelas. Em um perfil que passava, em um olhar distante, em um sorriso presente, na mesa dos cafés, na escadaria de Montmartre, nos parques, sempre, sempre te encontrava. Nos museus, nos boulevards, no gosto do vinho e no perfume do ar. Sempre te encontrava. Na torre, no metrô, nas praças, nas vielas, dentro e fora das janelas. Nas escadas, nas sacadas, nos hotéis e nas estátuas. Em Rodin e em Monet. Em Van Gogh e em Lautrec. Sempre, sempre, tua presença viva na brisa que vinha a me soprar e sorrir: poesia, poesia... pois asssim eram os dias no diário da viagem que seguia.

Pão, Terra e Liberdade na Cidade Imperial

Pão, Terra e Liberdade na Cidade Imperial Há poucos dias eu li um livro precioso: "Pão, Terra e Liberdade na Cidade Imperial" do professor, mestre, Paulo Henrique Machado. Que também foi professor da rede estadual, aqui em Petrópolis. Fui procurar outros exemplares nas livrarias, mas não os encontrei, pois o livro fora lançado em uma edição do autor e os livreiros me explicaram que não podiam comercializá-lo. Fora lançado em 2009 e eu soube que tempos depois o autor falecera. O livro é ótimo, principalmente por nos trazer a história dos movimentos populares e operários em Petrópolis. Fala-se muito, por aqui, nas questões relativas ao império e à família imperial, mas a história das lutas e conquistas populares ainda está por ser escrita. O livro de Paulo Henrique é uma rica contribuição nesse sentido. Sylvio Sinopse - Pão, Terra e Liberdade na Cidade Imperial - Paulo Henrique Machado ...

Bolívar

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Eu e Simon Bolívar, o libertador, em Paris Simon Bolívar e o seu mestre Simon Rodriguez. Todas aquelas andanças pelo mundo em uma rede de aventuras e libertação. A coragem para mudar um mundo injusto. A busca de união e a capacidade de aprender com as próprias derrotas. Não esmorecer nunca. Tudo isso deixava o José Carlos em uma atmosfera de fascinação. Ele, menino pobre, que não viajava por total carência de recursos, viajava com seus heróis, através da leitura, no veículo encantado das palavras. Ler era possuir asas, era ampliar em muito a possibilidade dos olhos. Descobrira isso desde que chegara à última lição de sua velha cartilha. Essa era uma das diferenças entre ele e os outros garotos do morro. A primeira vez que entrara na Biblioteca Municipal foi tão fascinante quanto em outra ocasião, em que ainda bem criança, entrara na sede da banda e ouvira os músicos afinando os vários instrumentos. Todos aqueles sons eram fo...