Não há como enganar as palavras travestindo-as de poesia. Mas há sim como encantá-las, depois de encontrá-las lá no fundo dos abismos. Há sim como buscá-las vindas do verso das vertigens, do ermo perdido dos desertos ou no silêncio dos páramos. Há sim como alçá-las e abri-las de par em par. As palavras, então asas, se desprendendo das teias se desgarrando das redes e voando para outras terras. |
Comentários
Gostei desse poema Sylvio!
Abraços